quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Sonhos malucos, com detalhes

Eu costumo ter sonhos muito loucos, mas não tenho o costume de contá-los. Porém, hoje eu tive um sonho tão louco e tão engraçado que fiquei com vontade de postá-lo aqui.

Era o seguinte: eu estava num ônibus com um monte de desconhecidos, quando paramos e fomos pra entrada de uma espécie de parque, esperando que ele abrisse. Aí, do nada, eis que surge Amy Winehouse. Ela entra no parque muito louca (como é de costume, né?) e uns rapazes que estavam no parque começam a dançar uma música baiana que conheço como "Bomba" (pra dançar isso aqui é bomba/ pra mexer nisso aqui é bomba...), mais especificamente a parte que eles dançam "devagarinho até embaixo, embaixo, embaixo... devagarinho até em cima, em cima...). Amy, muito animada, começa a dançar com eles, mas de uma forma absolutamente desengonçada e acaba caindo.

Tá, eu admito que assim que escrito não tem muita graça, mas a dancinha que a Amy fez foi hilária, impagável mesmo.



ps -não me perguntem de onde meu subconsciente tirou essa música da Bomba...

domingo, 8 de novembro de 2009

A razão da minha ausência no blog tem três letrinhas: PGE.

Se tudo der certo, ela será razão de mais um grande período de ausência, porque se eu passar pra segunda fase, vou estudar como se não houvesse amanhã.

Tinha uma reforma programada pro blog, que incluía exclusão de alguns posts mal-educados (algo que já comecei a fazer), uma pequena reformatada no layout, posts sobre alguns assuntos novos e a volta dos comentários. Mas tudo isso pode aguardar. Importante agora é me concentrar o máximo no meu sonho de consumo.

Devo vir aqui, no máximo, pra fazer uma pequena propaganda do livro que vou publicar.

E é só.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Em Fortaleza até segunda.

Essa viagem tem ares de retiro espiritual.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Ah, um adendo importante: relendo uns posts antigos, me dou conta que ainda há jeito pra mim. E que os elogios quanto a ser fofinha são mais que merecidos.
Eu tinha planejado escrever mais coisas em setembro, mas tava meio apática perto do meu aniversário e apatia significa vontade zero de escrever. Como a apatia se estendeu pelo resto da semana, atingindo seu ápice mais ou menos há umas duas horas, eu resolvi escrever um pouquinho. Se isso vai me deixar mais ou menos apática eu não sei, mas vale a pena tentar.

Então, começando pelo meus 24 anos. Honestamente, não foi bom não. Algumas ausências inesperadas contribuíram pra isso, mas acho que o problema foi ter caído num domingo. Digam se tem dia mais deprimente que domingo? Não, não tem. Até segunda-feira é melhor. Só não foi um dia ruim porque passei o dia perto de pessoas queridas. Ah, e ganhei uns presentes bem bacanas. A série, o DVD de Vanessa da Mata e o livro já foram vistos, porque eu sou compulsiva demais pra não ler/assistir logo. O Woodstock tá com o melhor amigo dele já. Tem outros presentes que mereciam comentários, mas tou sem ideias sobre o que falar sobre eles.

O resto da semana não teve grandes coisas, o que explica um pouco a minha ausência no blog.

E hoje... Bom, digamos que esteja bem preocupada, o que me deixou meio baixo-astral e que fez recusar um convite pra a inauguração de um bar/boate em Recife. Decidi ficar em casa, a princípio curtindo uma fossa saudável, mas depois de ouvir músicas alegres e ler uns posts antigos, eu já tou um pouco melhor. Já me conformei que é melhor não me preocupar tanto com coisas que não posso resolver sozinha.

Querem saber? Se a Infraero e Ipojuca não me quiserem, eu abro um escritório e fico advogando. Até passar num negócio legal (porque tenho fé que isso um dia vai acontecer). E faço uns bicos formatando monografias (se não tivesse medo de ser presa, venderia monografias) nesse tempo. Isso pelo menos eu sei fazer bem. E quanto aos problemas que não são meus, o jeito é preparar o maior estoque de coisas fofas que eu puder. Isso eu também sei fazer muito bem. Aqui em casa tem um monte de envelopes laranjas. No resto a Cacau Show e a Kopenhagen me ajudam.

De qualquer forma, vou ficar longe do meu DVD de Keane nesses dias.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Me identifiquei na hora (não a parte do inferno astral, mas sim a sobre astrologia):

Meu "inferno astral" funciona mais ou menos assim (e digo "inferno astral" com todas as aspas possíveis do mundo, porque astrologia é coisa de retardado, quer me irritar é só mandar um "ai, é que eu sou virginiano..." NÃO. Você não é virginiano, você é mongolóide).

Do blog da Polly, do Te dou um dado?.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Pra Beca

Hoje (é certo que passou de meia noite, mas eu ainda não dormi, ou seja, ainda estamos na sexta-feira) é o aniversário de Beca. A data me fez lembrar um texto que escrevi quando voltava de São Luís pra Recife, tempo em que Beca ainda escrevia pro "Brincadeira" e em que Carol ainda queria ser delegada da PF. Eu fiz esse texto não pra ser postado aqui, mas pra ser publicado lá no "Brincadeira".Tenham isso em mente quando lerem.

Pra Beca, deixo aqui os votos de muito sucesso, alegria e todas aquelas coisas bacanas que desejamos nos aniversários.

Eis o texto:

"Volta, Beca!

Pode parecer estranho (e até mesmo incongruente) que eu esteja escrevendo um post para este blog. Aos desavisados, é importante dizer logo: não, eu não dei pra fazer poesia. Pode-se dizer até mesmo que o motivo desse post é justamente o fato de eu não gostar muito de poesia.

Mas o motivo principal desse post é alertá-los, leitores, para uma grande propaganda enganosa empreendida - vejam só - por este blog aqui. Digo que é propaganda enganosa sem medo de ser feliz e explico imediatamente o motivo de usar um termo tão forte.

Quando vocês entram aqui neste blog, vêem que ele tem três autoras. Carol e Lua vocês já conhecem de todos os textos de poesia/prosa poética. Mas a terceira autora, justamente a mais pragmática e objetiva, quase não dá as caras por aqui. Ora, isso não é justo, principalmente para pessoas como eu, que gostam de uma leitura sem firulas.

Não sei o motivo da ausência prolongada. Poderia apostar num espírito stalinista de Lua, encoberto por aquele discursinho de mãos dadas e pluralidade do Interativa. Ou também uma gana repressora de Carol, que já começa a se manifestar, mesmo que ela ainda não seja delegada da PF.

De toda forma, fica aqui a denúncia. E um apelo também, que é o título desse post. Beca, por favor, volte. Eu sei que você tem andado ocupada com os concursos da vida, mas seria legal ler alguma coisa objetiva por aqui, que não fosse poemas sobre o mar nem associasse Geni a Monstros vs. Alienígenas. Volte com seu pragmatismo e textos que eu consigo ler até o fim sem ficar entendiada. Volte, em suma, pra salvar este blog. Acredite, ele precisa de você."

Querido anjo da guarda,

você fez seu trabalho pela metade. Por favor, não faça isso de novo.

Beijos,
Tarcila.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Querido anjo da guarda,

se você-sabe-quem estiver você-sabe-onde amanhã, eu serei uma pessoa muito mais feliz. Vou fazer a minha parte, então, trate de fazer a sua também.

Beijos,

Tarcila.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Falling down

Fiz uma limpeza no computador que usava antes de vir pro notebook hoje (o pc não ligava há dias e não sei quando ele vai estar com vontade de funcionar) e aproveitei pra pegar alguns arquivos que tinham ficado por lá, em especial as músicas que estão gravadas.

Trouxe pro notebook a trilha toda de "Across the Universe", que tinha prometido gravar pra Beca e algumas músicas antigas, que costumava ouvir há algum tempo. Entre elas, achei a pasta que tinha com as músicas de Avril Lavigne (sim, eu gosto de Avril Lavigne - tenho os dois primeiros CDs, mas parei por aí. Mas não, eu não gosto de Sk8ter Boy). Daí decidi mudar meu about me no orkut, porque encontrei uma música que expressa um pouco de como está meu espírito nessas semanas que antecedem meus 24 anos.

A música é de Avril Lavigne e fez parte da trilha sonora de "Doce Lar":

"If fears what makes us decide,
Our future journey,
I'm not along for the ride,
Cuz I'm still yearning,
To try and touch the sun,
My fingers burning
Before you're old you are young,
Yeah I'm still learning.

[Chorus]
I am falling down
Try and stop me
It feels so good to hit the ground
You can watch me,
Fall right on my face,
It's an uphill human race,
and I am falling down.

I'm standing out in the street
The earth is moving
I feel it under my feet
And I'm still proving
That I can stand my ground,
And my feet are there, haven't washed my hair
Too be lost before you are found
Don't mean you are losing.

[Chorus]

Some day I'll live in a house
Etcetera, etcetera, etcetera...
But you know that's not for now
and for now I'm falling
down...down...down...,
down...down...down,
down...down...down,"